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QUEREM IMPEDIR A FpD DE CONCORRER ÀS ELEIÇÕES |

PELA PARTICIPAÇÃO DA FpD NAS ELEIÇÕES
Nós, Cidadãos pela Frente, que nos constituímos em grupo de apoio ao partido Frente para a Democracia, tendo tomado conhecimento de acontecimentos que julgamos deploráveis e gravemente atentatórios ao livre exercício das actividades políticas dos partidos e dos cidadãos angolanos;
Porque pensamos que estes factos irão limitar seriamente o processo de inscrição e preparação das campanhas eleitorais dos partidos fora do poder, somos a alertar a todos os angolanos e à Comunidade Internacional, sobre factos que estão a ocorrer neste momento e que constituem, em si, importantes indicadores de ausência de protecção e garantias aos cidadãos quanto aos direitos de livre escolha e participação no processo eleitoral;
Seguem os factos:
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A FpD e a Federação pela Mudança |
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(in "Agora", n.º 580 de 24 de Maio de 2008)
As eleições legislativas de 2008 estão à porta. E isto é uma coisa boa! Foram dezasseis anos à espera. Os angolanos foram impedidos de votar em 1996, em 2000 e em 2004 (mesmo depois da paz). Não devem pois deixar de participar activamente nestas eleições de 2008. Cabe a cada um dos cidadãos (e a todos) exercer o seu direito soberano de livremente de escolher os seus representantes na Assembleia Nacional, por um período de quatro anos (2008-2012).
O aproximar da data prevista para a realização das eleições começa a trazer movimentação nos partidos políticos. E, se algumas movimentações se têm pautado pela preocupação de participar da melhor forma no pleito eleitoral, trazendo novas propostas, não tem faltado a baixa política de affairistas que destratam os demais partidos, de fundamentalistas que se oferecem para a anti-campanha, de pedintes que falam alto para sentir a lata tilintar, de intriguistas e politiqueiros que não medem os meios para atingirem os seus fins e de tutti quanti de poluição da política nacional.
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FpD defende autonomia de Cabinda |
Luanda - Em
comunicado distribuido a impensa angolana a FpD – FRENTE PARA A
DEMOCRACIA, informa que “passado um ano após a assinatura do Memorando
de Entendimento para a Paz e Reconciliação Nacional na Província de
Cabinda, constata o seguinte:”
“1. O Processo de Paz e Reconciliação
não é efectivo pois as acções de guerra persistem, embora o Memorando
represente um passo para a resolução do problema desta Província.
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